Eu já acreditava que as coisas aconteciam por um motivo. Mas hoje, quando eu li em um blog que as rodas dos carrinhos do supermercado são induzidas de propósito para o lado direito para as pessoas ficarem mais perto das prateleiras e comprarem mais coisas, tive a certeza disso mesmo. Afinal, não era o meu azar que me fazia tirar sempre o carrinho estragado. São todos assim. Duas palavras: nem comento.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Eu já acreditava que as coisas aconteciam por um motivo. Mas hoje, quando eu li em um blog que as rodas dos carrinhos do supermercado são induzidas de propósito para o lado direito para as pessoas ficarem mais perto das prateleiras e comprarem mais coisas, tive a certeza disso mesmo. Afinal, não era o meu azar que me fazia tirar sempre o carrinho estragado. São todos assim. Duas palavras: nem comento.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Sexta

Lou Andreas-Salomé escandalizou a sociedade e quebrou regras morais. Teve vários amantes. Conheceu Sigmund Freud, Friedrich Nietzsche, Rainer Maria Rilke Paul Rée, entre outros grandes homens. Conseguiu realizar, em sua vida inteira, o que nós todos deveríamos fazer sempre - e não o fazemos por descaso, indolência, medo: tornar a vida o exercício apaixonado de uma busca. Sua exploração em todos os possíveis. Isto que requer a fruição intensa e incessante de coisas e pessoas que nos cercam, de modo que o mundo exterior em nós penetre e a nós se incorpore.
Lou van salomé, mais conhecida como Lou Andreas-Salomé. Era bonita, com olhos azuis radiantes. E aos 17 anos já havia lido muito, para uma menina, estava interessada em questoes filosóficas e religiosas mais sérias, possuia uma veemência e sensibilidade as ídeias que fascinavam aos homens cultos. Ao receber seu primeiro pedido de casamento ficou horrorizada.
Salomé era por natureza bem menos convencional que muitos Vanguardistas. Era firme, intransigente e tinha um toque de crueldade. Salomé ficou conhecida por toda Europa como a mulher que partiu o coração de Nietzsche.
Os maiores intelectuais ficaram fascinados com sua independência e sua liberdade de espírito. Ela possuia uma energia masculina que era algo obsoleto para a época. Não tinha paciência para fraquezas de qualquer tipo.
Um homem escreveu sobre ela: “Havia algo de aterrorizante no seu abraço. Olhando para você, com seus olhos azuis radiantes, ela dizia: “Receber o sêmem é para mim o auge do êxtase.” E o seu apetite era insaciável. Ela era totalmente amoral (...) uma vampira.” E Poul Bjerre (um psicoterapeuta) também escreveu algo sobre ela: “Acho que Nietzsche estava certo ao dizer que Lou era uma mulher totalmente má. Má, no entanto, no sentido de Goethe: o mal que produz o bem. (...) Ela pode ter destruído vidas e casamentos, mas sua presença era excitante.”
“o amor durará enquanto os amantes forem capazes de oferecer ao outro essa entrega, que dá acesso de modo vital à capacidade de se concentrar neles mesmos, de ser um mundo para si por causa do outro.”
Salomé causava nas pessoas dois sentimentos confusão e excitação . As pessoas ficavam inebriadas com sua estranha mistura de masculino e feminino; ela era bela, com um sorriso radiante e gracioso, dada a flertes, mas sua independência e natureza intensamente analítica lhe davam um ar masculino peculiar. Esta ambiguidade se expressava no olhar, ao mesmo tempo coquete e penetrante. Era a confusão que mantinha os homens interessados e curiosos: nenhuma outra mulher era assim. Eles queriam saber mais. A excitação vinha da habilidade para despertar desejos reprimidos. Ela era uma perfeita não conformista, e envolver-se com ela era quebrar todos os tabus. Sua masculinidade fazia o relacionamento parecer vagamente homossexual; seu traço ligeiramente cruel, ligeiramente dominador, despertava desejos masoquistas. Ela irradiava uma sexualidade proibida. Seu poderoso efeito sobre os homens – as paixões eternas, os suicídios, periodos de intensa criatividade, as descrições que se faziam dela como sendo um vampiro ou um diabo – atesta as profundezas obscuras da psique que ela era capaz de alcançar e pertubar.
"Só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro."
Livro: A Vida das Musas (O que leva uma mulher à condição de musa inspiradora de gênios)
Gênios e seus amores loucos
Frases de Salomé em o pensador
Humana, Demasiadamente Humana - Salomé (resenha)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Quinta
Sabe aquele tipo de série que os seus amigos comentam, despertam tua curiosidade, mas que você ainda não teve a oportunidade de acompanhar? True Blood provavelmente deve ser uma delas, True Blood narra sob a óptica de Sookie - uma garçonete com poderes telepatas interpretada por Anna Paquin, ganhadora do Oscar por O Piano - e vários outros personagens, a história de um pequena cidade do interior do estado americano da Louisiana, onde humanos e vampiros co-existem depois que o sangue sintético permitiu que os últimos saíssem do anonimato. No contexto desse universo, Alan Ball explora discussões sobre convivência, preconceito e diferenças num nível de complexidade e riqueza de causar vergonha extrema em quem acha que uma besteira como Crepúsculo merece atenção.1. Na série as mulheres parecem os seres mais inteligentes. Exceção para o Vampiro!
2. É muito legal como, em um universo onde vampiros realmente existem, pessoas continuam duvidando do sobrenatual!
3. Matar um vampiro é fácil demais!4. A série tem um pezinho no erotismo!
Tem um humor erótico nunca visto antes. As cenas que mais chamaram atenção foram principalmente as da primeira temporada, sendo essas da torta, a do cemitério então foi uma coisa de louco!
5. Uau Bill (<-)! Te quiero (rs)!

6. A Sookie (->) além de não admitir “cuidarem” dela ainda é sortuda.
7. A Tara (<-) é impagável, sempre usa o lance do racismo a seu favor em qualquer ocasião.
8. O Lafayete (->) é bastante interessante! Um personagem cheio de facetas, com certeza o gay mais macho que já vi!
9. É verdade que o final da segunda temporada ficou fraco, comparado com tantos episódios espetaculares desta temporada. O arco narrativo da guerra entre a igreja e os vampiros estava mais interessante do que da Maryann (mesmo o personagem sendo interessante) . Acho que o problema maior foi que alongaram muito os acontecimentos na cidade e preparam para um final mais grandioso contudo não achei tão sem sentido não. Pense na cena da rainha falando pro Bill sobre as criaturas menades serem no fundo bobas e acreditarem muito no 'Deus' Díonisio. Creio que ela estivesse tão confiante que tudo daria certo que ignorou que as habitantes 'bobos' da cidade poderiam fazer algo contra ela. Sei lá, não pensei no demérito da inteligência dela, mas no mérito do plano do Bill e o Sam, que não era tão ruim assim, afinal o Deus tinha chifres, nada como um boi chifrudo, e mais Maryannn esperou por isso a vida toda e o nervosismo de ver a coisa prestes a realizar a cegou, só viu o que queria.Ganhou o Emmy como melhor série dramática escolhida pelos fãns e ainda ganhou quase tudo no Scream Awards, merecidamente.
“Anne Rice dá sua opinião sobre Crepúsculo e True Blood!
Anne Rice é sem dúvidas uma das maiores autoridades no que concerne a literatura sobre vampiros, suas crônicas (iniciadas por “Entrevista com o Vampiro”) deram novo fôlego e de certa maneira moldaram o gênero em sua concepção moderna. É importante lembrar que muito do que hoje temos como literatura vampírica, teve suas origens nos bestsellers de Anne Rice, seja em termos de características sobrenaturais ou seja em termos de clima. A autora, em uma entrevista dada ao site Examiner, acaba por finalmente falar um pouco o que ela pensa sobre as duas novas produções sobre vampiros: True Blood e Crepúsculo. O repórter Aaron tellock pergunta: O que você pensa sobre os rumos que o mito do Vampiro tomou nos últimos anos?
( - Pulo Crepúsculo por achar muito teenager - ) True Blood, a série da HBO, é infinitamente mais complexa. O show é inteligente, satírico e profundamente envolvente. É cheio de humor e no entanto seus personagens possuem cenas tenras e emocionais. Eu acho que ele prende bastante e é muito divertido de assistir. Obviamente ele tem sexo e violência demais para os mais jovens, mas para a audiência adulta é um desenvolvimento fantástico da mitologia vampírica, colocando os vampiros bem no meio do mundo contemporâneo. Eu adoro a série. Penso que o vampiro Bill é a metáfora usual do forasteiro e do pária sensível em constante sofrimento. Ele é excelente.”
E adciono mais, na criação e desenvolvimento de personagens, todos são interessantes ( não só nosso querido Bill ) e cada um contribue do seu jeito.
Novidades para sua terceira temporada se encontram aqui! E não cessam por aqui, Simples, objetivo e genial. Assim é o mais novo teaser promo da HBO americana informando que a 3ª temporada de True Blood já está sendo produzida para estrear no meio do ano. Não tem ninguém ansioso por aí não, né?
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Quarta
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Terceira
“Segundo Simone e Sartre amor libertário é amor incondicional, outrora é amor possessivo.
Simone e Sartre construíram a mais bela lenda filosófica de amor de todos os tempos. Embalados na elevação intelectual, essa relação durou cinqüenta anos, essencialmente definida em termos de liberdade e transparência.
Baseado no dualismo Kantiano de verdades necessárias e verdades contingentes, Sartre afirmava que o amor entre eles era um amor necessário, convindo que conhecessem amores contingentes, ao passo que, acredito de fato, somente os tornavam mais unidos em seus emaranhados de eternas conquistas e companheirismo nas superações intelectuais.
Os apelos da sociedade moderna, seguimos a olhos cerrados um amontoado de preceitos pouco dialéticos, cujos ditos por moral e aceitação social, nos deixando à mercê do esquecimento sobre os verdadeiros valores que nos tocam.
O verdadeiro amor não é moral e sim ético, o mesmo existe em liberdade, com maturidade suficiente para evitar os desgastes que reduzem a existência em possessividade.”
Conheceram-se aos 19 anos de Beavouir, onde ela adere a corrente filosofica do Existencialismo criada por Sartre. Ambos admitiam que a boa condiçõa financeira facilitou a individualidade do casal, definido isso por uma influencia mutua, osmose era a decisão algo comum aos dois. Inclusive em suas obras.
Uma relação que envolvia reciprocidade de críticas agudas e profundas, bem como de conselhos práticos. Sartre se ressentia pela exclusão dos homens nos movimentos feministas. Simone rebatia, alegando que esses jamais pensariam como as mulheres, inclusive o próprio Sartre. Algumas vezes ela o acusou de não partilhar nas entranhas das causas feministas. Sartre tinha a visão de alguém que via pessoas queridas serem objeto de tratamento desagradável. Admitia que os homens tratavam as mulheres como o “segundo sexo”, reconhecia a necessidade do movimento feminista. Contudo Simone declarou, depois, a importância da campanha que Sartre fez com os amigos do jornal Libération, ao empregarem mulheres na redação, se ocuparem dos problemas femininos, como o aborto, e do próprio Sartre tentar curar seus camaradas do machismo.
Simone de Beauvoir rejeita a idéia de uma alterité, ou seja, de uma superioridade das mulheres. É nesse ponto, talvez, que decepcione as feministas radicais. Numa entrevista, ela fala da sua dependência financeira em relação a Sartre, na época em que escreveu justamente O segundo sexo. Mas assegura que isso não a perturbou, assumindo que ocasionalmente não poderia escrever se Sartre não a ajudasse financeiramente. Também foi criticada por ceder às vezes dos seus pontos de vista por causa de Sartre, ou por entrar na política por influência dele. Ambos tinham por certo que sexo e amor eram coisas diferentes e, às vezes, até incompatíveis.
Para Sartre e Simone, uma pessoa poderia amar infinitamente outra e ter sexo com outra (ou outras), sem que isto necessariamente contaminasse a relação. Ninguém pode ser dono de ninguém, e nem ser propriedade exclusiva. Por isso mesmo, a relação mais saudável para eles, naturalmente, era a mais aberta, mas sem qualquer banalização. Todavia, sabia-se que a vida sexual de Sartre e Simone de Beauvoir deixava a desejar.
Ela admitia que Sartre era um homem pouco libidinoso. Afirma, no entanto, que isso era irrelevante, fazendo sempre uma apologia às outras identificações que tinham em comum. Dizia ainda que a sexualidade poderia ser uma cilada pavorosa, em que as mulheres correriam o risco de encontrar uma falsa felicidade, que as tornaria seres oprimidos pelos homens.
Longe de ser uma versão feminina da mulher que se contenta apenas com o amor, Simone parecia viver no viés da lógica machista, separando amor de sexo e buscando em outros homens a satisfação sexual que Sartre não lhe proporcionava.
Ele, por outro lado, definia sua relação com ela em termos da modalidade kantiana: enquanto seu relacionamento com Simone de Beauvoir era necessário, com outras mulheres seria contingente. Se pensarmos que o contingente é da ordem do acidental, podemos supor que a relação com outras mulheres é que era da ordem do desejo, por ser o desejo estruturalmente acidental. Teria sido Simone algum dia o objeto de desejo de Sartre? Ao definir a união dos dois nesses termos kantianos, Sartre não colocaria aí mais uma discussão sobre o casamento? Haveria em essência um contraponto entre casamento e relação de desejo? Parece-nos que a relação Sartre-Simone dissocia esses dois aspectos.
O desejo poderia até ser condição necessária, mas não suficiente para sustentar um casamento, falando agora do ponto de vista da lógica aristotélica. Poderia ter sido esse o segredo da durabilidade do projeto de Sartre e Simone, a noção clara para os dois desse desmembramento entre matrimônio e desejo, ter sido esse o essencial pacto de verdade entre os dois. Um casamento osmótico como diria ela, das entranhas, porém libertado das artimanhas e armadilhas que passionaliza, que fragiliza, que corrói as relações afetivas. Fazer essa escolha é uma questão de coragem, não pelo fato de arricar-se viver apenas uma relação aberta, mas confiar, acreditar que amizade, cumplicidade, identificações, são condições suficientes para sustentar um projeto de vida a quatro mãos.
Eis aí a herança polêmica que essa parceria deixou como uma interminável discussão sobre um conceito satisfatório que defina um relacionamento que poderia ser nomeado como bem sucedido.
“Os filósofos Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre ficaram juntos desde o ano em que se conheceram, 1929, até a morte dele, em 1980, e se fizeram "cobaias" de suas próprias teorias sobre o que entendiam por relacionamento amoroso livre. "Entre nós, trata-se de um amor necessário; convém conhecermos amores contingentes", disse Simone no auge do romance entre os dois”. (Istoé Independente – Reportagem “Amo, Logo existo” )
“Sartre e Simone estão apaixonados, entretanto, em vez de pedi-la em casamento, ele lhe propõe um pacto no qual monogamia e mentira não teriam lugar. Sartre acredita que antes de serem amantes, eles eram escritores, e como tal precisariam conhecer a fundo a alma humana, multiplicando suas experiências individuais e contando-as, um ao outro, nos mínimos detalhes. Entre Simone e Sartre o amor seria necessário, com as demais pessoas, seria contingente. Beauvoir aceita o pacto, pois ele está de acordo com suas próprias convicções”. (Biografia de Simone de Beavouir)
Fernanda Montenegro fez um monologo baseado nas cartas de Jean-Paul Sartre e Simone de Beavouir.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Segunda

Hoje o post é sobre um fotografo (já antecipo o nome: David Lachapelle) pelo qual tenho grande apreço e admiração. Muitos conhecem seus trabalhos, mas diria que poucos (ate conhecer seu estilo incofundivel), não sabiam que “aquela” foto expetacular era dele (-Nossa essa outra também?!) Ou aquele clipe! Uma pessoa dotada de uma geniosidade artística incrivel. O "New York Magazine" deu a ele uma definição perfeita - "Fellini da fotografia"

Dono de um estilo inconfundível, com cores estouradas, mulheres loucas, cenas surreais, suas imagens são verdadeiras odes ao "kitsch".

A maior prova disto é a maneira como acaba convencendo grandes estrelas do "showbizz" a posar para ele em cenários absurdos, lisérgicos, muitas vezes contrariando assessores e consultores de imagem.

O seu trabalho fotográfico já foi capa de todas as principais publicações de moda e não só, como a Italian Vogue, Vanity Fair, Rolling Stone, i-D, Vibe, Interview, e a The Face, entre muitas outras. Encontra-se também sob contracto com a americana Vanity Fair. Dentro da publicidade, o currículo de LaChapelle estende-se a marcas como L’Oreal, Iceberg, MTV, Ecko, Diesel Jeans, Sirius, Ford, Sky Vodka, etc. Além dos habituais retratos que faz dos mais importantes (leia-se, famosos) artistas contemporâneos, LaChapelle concebeu capas para os albums de músicos como Macy Gray, Moby, No Doubt, Whitney Houston, Lil’ Kim, Elton John, e Madonna.

Para saber mais sobre essa incrivel personalidade dos dias atuais: Site Oficial
E, porque não sobre David LaChapelle na wikipedia
E deixo aqui, o link no youtube, que para mim, é um de seus melhores videos: Trailler de Lost (é, ainda tem isso, ele produz videos. Uau!)
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Primeira
“Um Picasso vai sempre parecer pintado por Picasso. Hemingway soa sempre a Hemingway. Uma sinfonia de Beethoven soa sempre como uma sinfonia de Beethoven. Parte de ser um mestre é aprender a ‘cantar’ numa voz que seja apenas a sua.” Hugh Macleod.
E foi esse trecho que chamou a atenção, para o então nome Hugh Macleod! Pra quem não conhece, MacLeod é cartunista, guru da web 2.0, blogueiro (www.gapingvoid.com), um estrategista de marketing e autor do livro “Ignore Everybody”. Enfim, abaixo dessa frase, vinha o artigo, sobre fotografia baseado no artigo que ele escreveu e deu o “estalo” pro livro. E nesse mesmo artigo esta descrito um caminho para a criatividade. O artigo trata 38 tópicos sobre criatividade. Alguns podem parecer arrogantes ou malucos, mas, para mim, tem algo interessante que valha a pena ler.
Vou colocar apenas os tópicos, sem a explicação, porque como se trata de uma tradução, talvez minha interpretação, sobre cada tópico, possa soar estranho a alguém. Recomendo cada um ler e ter o seu entendimento sobre o assunto.
Vamos a lista.
1 – Ignore a todos.
2 – A idéia não precisa ser grande. Precisa ser sua.
3 – Gaste algumas horas nela.
4 – Se seu plano de negócios depende de que você seja descoberto por “alguém com bala na agulha”, seu plano provavelmente falhará.
5 – Você é responsável pelo seu experimento.
6 – Todo mundo nasce criativo; a todo mundo é dado uma caixa de giz-de-cera no Jardim de Infância.
7 – Mantenha o seu trabalho do ganha-pão diário.
8 – Companhias que oprimem os criativos não podem competir com os campeões em criatividade.
9 – Todo mundo tem um topo mais alto que se propõe a escalar.
10 – Quanto mais talentoso alguém é, menos recursos ele precisa.
11 – Não tente se destacar na multidão; evite-a totalmente.
12 – Se você aceitar a dor, ela não pode machucá-lo.
13 – Nunca compare o seu interior com o exterior de outra pessoa.
14 – Morrer jovem é desprezível.
15 – A coisa mais importante que uma pessoa criativa pode aprender profissionalmente é desenhar a linha que separa o que você pretende fazer e o que não faz.
16 – O mundo está mudando.
17 – Mérito pode ser comprado. Paixão, não.
18 – Evite os grupos “balde d’água fria”.
19 – Cante no seu próprio tom.
20 – A escolha da mídia é irrelevante.
21 – Vender é mais difícil que parece
22 – Ninguém se importa. Faça você mesmo.
23 – Preocupar-se sobre o “Comercial x Artístico” é uma perda de tempo.
24 – Não se preocupe em encontrar uma inspiração. Ela vem eventualmente.
25 – Tenha seu próprio “jargão”. (não encontrei uma palavra melhor que definisse schtick)
26 – Escreva de coração.
27 – A melhor forma de obter aprovação é não necessitando-a.
28 – Poder nunca é dado. Poder é conquistado.
29 – Qualquer escolha que você faça, o diabo sempre tem sua parte.
30 – A parte mais difícil em ser criativo é fazer uso dela.
31 – Mantenha-se simples.
32 – Permita o seu trabalho envelhecer com você.
33 – Ser pobre é uma m*rda.
34 – Cuidado ao tornar o lazer em trabalho.
35 – Saboreie o anonimato enquanto durar.
36 – Comece a blogar.
37 – Pese idéias e não pessoas.
38 – Quando seus sonhos se tornam realidade, eles deixam de ser sonhos.
Espero que sirva-lhes para algo, mesmo vendo o quanto tudo isso parece maluco, tem seus pontos válidos. Segue então o endereço para o artigo completo: http://gapingvoid.com/books/